domingo, 8 de junho de 2008

O Lobo.

O tão protetor

As vezes tão vilão

Sou o lobo nos teus sonhos

Não te alimente

Não fui nem Rômulo

Não atrapalhei chapeuzinho nenhum

Não comi a vovô

Mais andei livre por pradarias

Fui feliz e me iludi

Pensei ter achado minha companheira

Errei

Mais continuo um lobo

Já roei minha pata pra sair de armadilhas

Já fui o pai protetor

Já fui o guia de um velho índio

Já fui o instinto do caçado

Já estive do lado da casa

Já vi a lua sorrindo somente pra mim

E cantei meu cântico

Já fui um belo guerreiro

Pintado em meus trajes

De batalha

Banho no sangue de meus oponentes

Fui o primeiro em Roma

O primeiro a me alistar

O ultimo a ser promovido

E o ultimo legionário de pé

Sou o instinto vivo

Sou um ser que erro

Sinto me magoe

E por fim vivo

Sou parte das fantasia e sonhos

Onde houver um guerreiro só

Quando houver um instinto

La eu estarei

Um comentário:

Carol disse...

A honra é como a pedra preciosa: com um pequeno defeito, tem o preço enormemente reduzido. (Jacques Bossuet). Li isso logo que vi seu comentario no meu blog, lembrei de vc. Obrigada !! Bju